Foto: Tita Barros/ REUTERS

A seleção brasileira está enfrentando um cenário inesperado fora dos campos, com a redução de sua vitrine comercial a pouco mais de um ano da Copa do Mundo de 2026. Recentemente, quatro empresas encerraram seus contratos de patrocínio com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF): GOL Linhas Aéreas, Mastercard, Pague Menos e TCL Semp.

As três primeiras já não aparecem mais no site oficial da CBF, enquanto a TCL Semp, embora ainda listada, confirmou que seu vínculo com a entidade terminou em dezembro de 2024. Com essas saídas, o número de patrocinadores oficiais da seleção caiu para cinco, incluindo Nike, Guaraná, Cimed, Vivo e Itaú.

Além disso, a CBF passou por uma mudança na sua diretoria de marketing. Lênin Franco, que esteve à frente do setor por 18 meses, deixou o cargo em 31 de março. Durante seu mandato, ele conseguiu renegociar o contrato com a Nike, garantindo uma renovação de 12 anos e assegurando investimentos de cerca de US$ 100 milhões anuais para a CBF.

A saída de Lênin Franco marca mais uma troca na equipe de marketing sob a gestão de Ednaldo Rodrigues. Franco, que já trabalhou em clubes como Bahia, Botafogo e Cruzeiro, agora busca novos desafios no mercado do futebol. Ele havia substituído Lorenzo Perales, que assumiu o cargo após a saída de Gilberto Ratto no início da administração de Rodrigues.

Essas mudanças refletem um momento de transição para a CBF, que busca fortalecer sua posição comercial e preparar a seleção para os desafios futuros.

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